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Anti Ribeiro (SE/PE) é pesquisadora de ficções, curadora em audiovisual, educadora e produtora sonora. Ministra projetos educativos como a Oficina de Afroficção, dedicada a discutir e incentivar a participação de pessoas racializadas na proposição de narrativas; e o curso Ficção Como Arma de Guerra, um exercício poético-científico que investiga as (im)possibilidades de abrir portais fugazes de rompimento das regras desta realidade colonial. Trabalha como curadora no Recifest - Festival da Diversidade Sexual e de Gênero do Recife (PE), da Mostra Macambira (RN) e da Semana do Audiovisual Negro (PE). Como produtora sonora, já contribuiu para o álbum EU NÃO SOU AFROFUTURISTA da biahits, incentivado pela plataforma Pivô Satélite e compôs trilha sonora original para o filme 2021: LETTER FOR THE PRETA READER OF THE END OF THE TIMES, de Michelle Mattiuzzi e Jota Mombaça. É co-fundadora da coletiva recifense SCAPA (@ssscapa), dedicada a criar plataformas festivas, in-formativas e de fruição para artistas indígenas e pretes.

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O curso Ficção Como Arma de Guerra dedica-se a estudar e elaborar torções de mundo (im)possíveis a partir da imaginação. O intuito é ativar o poder bélico da ficção por meio do desejo e do comprometimento com a minuciosidade. A metodologia poético-científica é direcionada por obras (fotos, filmes, vídeos, falas, sons, aparições) reunidas pela curadoria de Anti Ribeiro, pesquisadora em audiovisual, produtora sonora e educadora autodeclarada. Nestas duas horas e meia de encontro, o caminho é percorrido em torno do sonho e da fuga como forças capazes de nos fazer abandonar efemeramente as estruturas do mundo fundado pela colonialidade

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Judson Andrade, homem negro, LGBT, candomblecista, fundador do Ateliê Araká, graduando em teatro na UFRN, multiartista que performa a Inddiegente Zu, drag demonia poticuir que é constantemente construida estéticamente através das vivências de um corpo preto-gordo-lgbt-macumebeiro.

A ideia da oficina é conhecer as possibilidades e potências da arte drag, praticar a pintura facial e desenvolver o corpo como tela através da maquiagem criativa, usando materiais que temos no nosso cotidiano.

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Cocriadora, coprodutora e co-roteirista da websérie 'RED', a primeira websérie brasileira com temática lésbica, e co-roteirista da websérie 'Sui Generis', também de temática LGBTQIAP+. Escreveu e dirigiu o curta-metragem 'N.50', produzido na New York Film Academy. Ministra palestras e workshops sobre produção audiovisual independente para a web e temas relacionados em universidades e instituições de ensino brasileiras. É consultora na Parangolé do Saber, atuando em projetos de Diversidade e Inclusão em empresas.

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A proposta da oficina é discutir a representatividade LGBTQIAP+ na indústria e narrativas audiovisuais, e debater como a intersecção de gênero e orientação sexual impõe problemáticas específicas que refletem na maneira como mulheres desse grupo vêm sendo representadas nas produções de cinema e TV.